Identidade - reconhecimento de que cada
comunidade é única, e deve ter sua identidade construída por características e
opções de seus membros, como sua história, seus desafios e oportunidades;
Autonomia – a proposição do equipamento
comunitário deve considerar o equipamento comunitário como uma motivação
emancipatória para a comunidade. Deve envolver diversidade de opções de
atividades a serem oferecidas, bem como apoio a iniciativas oriundas da própria
comunidade. Assim o espaço deve ser flexível para receber eventos não pensados
originalmente, tanto em ambientes abrigados ou espaços abertos;
Serviços – os serviços a serem incorporados no
equipamento comunitário devem seguir políticas públicas sociais já existentes,
e vinculadas a uma das três esferas do serviço público, federal, estadual ou
municipal.
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